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14.10.08

Deolinda


E eis que Ana Bacalhau volta para falar de tubas, luta operária e Lisboa, sempre Lisboa. São os Deolinda, com origem nos Lupanar, e futuro... será que interessa? "Vão sem mim que eu vou lá ter" gritava-se naquela tenda do Sudoeste, repleta de jovens imberbes com a puberdade a espelhar-se na cara. Ali estava a geração morangos juntamente com a rasca e com aquela outra, da Internet, unidos pelo som do Melro ou do fonfonfon. Precisamos de mais vozes assim, mais músicas assim, mais coisas que lembram saudade mas são pintadas de amarelo. Como o vestido, dela.

2.10.08

Uframe


Lembram-se daquela curta com um nome "francês e pretensioso" ?

Pois bem, vai estar em competição aqui




7.10.07

Se aquela rua fosse minha...

Se aquela rua fosse minha...

Ver a Baixa repleta de gente é comovente.
Logo, uma iniciativa como esta só pode ser de louvar.
No entanto, penso que tudo poderia ter sido melhor aproveitado.
Esperemos que, para o ano, com mais financiamento, este dia se torne
um marco cultural na cidade Invicta.
E viva o Almirante Cândido dos Reis.

9.7.07

13º Superbock Superock - O Rescaldo (em poucas palavras)

Surpresas

The Magic Numbers
Como eu gostei de ouvi-los! Não os conhecia, embora andasse curiosa
há uns tempos. Adorei. São óptimos em palco e a música tem
uma melodia que faz sorrir, naturalmente. Embalaram
e adoçaram a noite. Foi dos melhores concertos do festival.
E, automaticamente, dispararam para a minha playlist.
O álbum Those The Brokes é das coisas mais bonitas que
ouvi ultimamente. A sensação que tive à saída do concerto foi
a mesma de quando saí do grande espectáculo que os Arcade Fire
deram em Paredes de Coura. Acho q
ue isso diz tudo.
A ouvir, ali ao lado ->



Arcade Fire
Depois de os ter visto em Paredes, aguardava este concerto com expectativas
muito altas. Eles conseguiram satisfazê-las. Agora já não são eles os seus
próprios roadies e já têm um palco com artifícios bonitos como pequenos
écrans redondos e uma fachada solene de um órgão de Igreja.
Tudo neles transpira música. Uma música que é vista como solene,
como um bem maior, como algo mágico.
Foi pena o concerto ter começado com 15 minutos de atraso e ter
terminado a horas. Maldita organização e os seus horários-à-inglesa.


Linda Martini
Já os tinha visto umas três vezes, mas desta vez surpreenderam-me.
A qualidade do baterista é inegável e, finalmente, ouvi a voz do vocalista sem ter de me esforçar muito. Grande alinhamento e boa energia.



Maxïmo Park
Outros que não conhecia e que me conquistaram. Ainda não
ouvi bem o cd, logo não posso dizer muito. Mas à
primeira audição acho que posso dizer que foi o vocalista
que me prendeu. Grande presença em palco e voz limpa
mesmo quando corria o palco de uma ponta
à outra. Além disso, chapéus de côco recomendam-se!
E aquele tom assemelha-se, ligeiramente, ao Morrissey
na época dos Smiths. Ou sou eu que estou
a imaginar coisas.


LCD SoundsystemSó gostava de ter estado um pouquinho
mais viva para ter aproveitado o concerto ao máximo.
Aquela 'Yeah Yeah Yeah' foi dos melhores
momentos do festival. Foi pena ter en
cerrado
com uma música deprimente, cujo refrão me
acompanhou o resto do festival todo
"New York I love you, but you bring me down"
adaptado a "Sacavenense I love you, but you bring me down"



The GossipAh! Uma das grandes razões de eu ter ido.
Sabia que ia ver um grande concerto e não me enganei.
Beth Ditto <3>



Scissor Sisters
(foto gentilmente roubada ao _nowadays_ que,
por sua vez, gentilmente a retirou daqui)


Além do Jack ter mostrado o rabinho, o concerto
valeu por mais que isso. Foi contagiante do
princípio ao fim. Eles são muito bons ao vivo e
aquela Tits on the Radio ainda me ressoa no ouvido.
Foi perna ter sido quase derrubada por um menino
que quase se matava pela toalha semi-transpirada do vocalista -_-



Entre parêntesis

Tv On The Radio

A Wolf Like Me ao vivo é mágica. A Province é um
hino. Mas ainda não sei se gostei, verdadeiramente, do
concerto. Eles têm um poder instrumental único e
vocalizações inesquecíveis. Mas talvez estivesse
à espera de mais... Ainda não sei.



Interpol
Em algumas bandas existe uma mística silenciosa
que assenta que nem uma luva. A questão é quando esse
silêncio se pode tornar desconfortável. Penso que pode
ter acontecido um pouco disso com os Interpol. Senti-os
distantes bastantes vezes. No entanto, três vivas
à mestria com que agarram as guitarras e constroem
músicas intemporais.



Decepções

De Klaxons só conhecia o(s) singlezito(s) e odiei o concerto. É verdade que não estava muito atenta mas eles não me disseram nada. Todos de negro, mal se mexiam, confundiam-se com o palco preto. Não puxaram pelo público e a voz do vocalista ao vivo enjoa-me. Sonzinho-wannabe-punk-de-ouvir-na-rádio.
Estava muito curiosa para ver Mundo Cão. Qualquer projecto que tenha a pena mágica do Adolfo Luxúria Canibal cativa-me. Parece-me que eles se resumem, apenas, a grandes letras. Não é que o concerto tenha sido mau... Mas eles precisam de crescer em palco.

Estádio do Sacavenense

Se o Superbock quer-se tornar uma referência dentro do seio dos
festivais de verão tem de começar a pensar,
urgentemente, num novo parque de campismo.
Um campo de futebol, por muito cómico que possa ser,
não é um local para acampar. A partir das 9h da manhã são poucos
os que se mantêm acordados com o calor que se sente dentro
da tenda. No primeiro dia fiquei com falta de ar.
Do meu grupo, quase todos fomos vítimas de escaldões
(e eu pus protector) e de más-disposições estranhas. Ao menos
umas sombrinhas artificiais, não?
E balneários onde só podem tomar banho 5 meninas
ao mesmo tempo e sem água quente é penoso. Acordar com a fábrica
do Skip à frente também não é propriamente confortável.
Mesmo quando "É bom sujar-se".
E já que estou a pedir muito:
Seguranças bêbados não dão
segurança.


(Todas as fotos daqui, menos aquela do rabinho do Jake)


27.4.07

Férias de Verão


  • Acesso a 4 Festivais:
    • Super Bock Super Rock: 28 de Junho, 3, 4 e 5 de Julho;
    • Delta Tejo: 20, 21 e 22 de Julho;
    • Sudoeste TMN: 2, 3, 4 e 5 de Agosto;
    • Super Bock Surf Fest: 14 e 15 de Agosto;
  • Viagens de Ida e Volta desde qualquer ponto do país até às estações que servem os Festivais em comboios Regionais e Intercidades;
  • 1 Mochila da CP;
  • Associação grátis por um ano da Associação Juvemedia;
  • Assinatura grátis por um ano da revista BLITZ.

Uma mochila da CP já é minha! E tu, já tens a tua?

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